ANALISE ENTRE A ASSOCIAÇÃO DOS ESTILOS DE APRENDIZAGEM COM O GÊNERO, FAIXA ETÁRIA E INTELIGÊNCIA DE CRIANÇAS BRASILEIRAS DO ENSINO FUNDAMENTAL I

Maria Fernanda B. Coelho da Fonseca, Orlando Francisco Amodeo Bueno, Thiago da Silva Gusmão Cardoso, Mauro Muszkat

Abstract


Resumo:

A associação de estilos de aprendizagem com o gênero, faixa etária e inteligência de crianças entre 6 e 12 anos demonstram que considerando a idade o estimulo predominante foi o reflexivo, seguido pelo pragmático, ativo e teórico. A média dos estilos em relação à idade variou bastante conforme a faixa etária das crianças. Foi possível perceber que o estilo ativo predomina para os meninos e o teórico e pragmático para meninas, o reflexivo apresenta uma diferença pequena entre ambos. Na correlação entre inteligência e estilos, foi observada uma correlação negativa entre o estilo pragmático com o QI verbal. Os resultados revelam a importância de se avaliar o estilo de aprendizagem das crianças, num modelo que permita o conhecimento mais ampliado sobre as características de preferência de aprendizagem da criança, possibilitando o desenvolvimento de estratégias para intervenções mais significativas no ensino e na aprendizagem das crianças. 

ANALYSIS BETWEEN THE ASSOCIATION OF LEARNING STYLES WITH, THE GENDER, AGE AND INTELLIGENCE OF BRAZILIAN CHILDREN OF ELEMENTARY EDUCATION I 

Abstract:

The association of learning styles with the gender, age and intelligence of Brazilian children between six and 12 years of age demonstrates that with respect to age, the predominant style was reflective, followed by pragmatic, active, and theoretical. The average of the styles in relation to age determines an oscillation between ages. For boys, the active style was predominant, whereas for girls, the theoretical and pragmatic styles were predominant. The reflective style differed slightly between the sexes. The correlation between intelligence and the learning styles was negative for the pragmatic style and verbal IQ. The results are considered to be tools to understand children’s learning styles using a model that facilitates a broader understanding of the styles and their characteristics and that can suggest more appropriate strategies to improve the learning process. 

 

 


Keywords


Estilos de aprendizagem, diferenças etárias, gênero, inteligência

References


Alonso, C. y Gallego, D. (2003). Cómo diagnosticar y mejorar los estilos de

aprendizaje. Madrid: UNED, Formación Permanente.

Alonso, C. y Gallego, D. (2004). Los estilos de aprendizaje: una propuesta pedagógica. Actas del I Congreso

Internacional de Estilos de Aprendizaje. Madrid: UNED.

Alonso, C.; Gallego, D. y Honey, P. (2004). Los estilos de aprendizaje. Procedimientos de diagnóstico y mejora. Bilbao: Mensajero.

Alonso, C. G; Gallego D J. (2008). Estilos de aprender en el siglo XXI, Revue de Les Styles dápprentissage n 2 vol. 2, outubro.

Amadi, R G & Santos A. A. A. (2003). Estímulos Musicais e solução de problemas com crianças na educação infantil. Manuscrito não publicado. Universidade São Francisco.

Bariani, I.C.D. (1998). Estilos Cognitivos de Universitários e Iniciação Científica. Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas: [Tese de Doutorado].

Beltrami, K. (2008).Tese de Mestrado em Educação. Inventario de Estilo de Aprendizagem para Crianças Portilho/Beltrami: O Estilo de Aprendizagem das Crianças e da Professora de Educação Infantil. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Centro de Teologia e Ciências Humanas .

Cerqueira, T. C. S. (2000). Estilos de Aprendizagem em universitários. Tese de Doutorado em Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

Dunn, R. y Dunn, K. (1984). La enseñanza y el estilo de aprendizaje. Madrid: Anaya

Gallego, A. y Martínez, E. (2003). Estilos de aprendizaje y e-learning. Hacia um

mayor rendimiento académico. RED, Revista de Educación a Distancia, 7.

Disponible en: http://www.um.es/ead/red/7/estilos.pdf

Gallego, D.J. (2004). Diagnosticar los estilos de aprendizaje. Actas del I Congreso Internacional de

Estilos de Aprendizaje. Madrid: UNED.

Goulão, M.F. Estilos de aprendizagem e gênero. Revista de Aprendizaje n9, v9, abril,2012.

Honey, P. y Mumford, A. (1992). The manual of learning styles. Maidenhead: Peter

Honey Publications

Martínez, P. (2004). Investigación y análisis de los estilos de aprendizaje Del

profesorado y de sus alumnos del primer ciclo de Educación Secundaria Obligatoria

(ESO) en el ámbito del CPR de Laredo. Cantabria. España. Actas del I Congreso

Internacional de Estilos de Aprendizaje. Madrid: UNED.

Keefe, J.W. (1987). Learning style theory and practice. Reston, Virginia: NASSP.

Keefe, J.W. (1979). Learning styles: An overwiew. En J. Keefe (ed.). Student

Learning Styles: Diagnosing and prescribing programs (pp. 1-17). Reston, VA.:

National Association of Secondary School Principals.

Kolb, D. A. (1974). Learning and problem solving. En Kolb, D. A; Rubin, I. M. & Mc

Intyre, J. M. (Eds.),Organizational Psychology. (pp. 21-40). 2ª Edición, New Jersey:

Prentice-Hall, Inc, Englewood Cliffs.

Kolb, D.A. (1984). Experiential learning: Experience as the source of Learning and

Development. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall.

Kline, P. (1991) Intelligence: The Psychometria View:London Routledge

Kline, P (2000). Handbook of Psychological Testing London:Routledge.

Leme, E.M.(2010). Estilos e Estratégias de Aprendizagem: estudo das relações entre os construtos. Dissertação de mestrado, Programa de Pós Graduação Stricto

Sensu em Psicologia. Universidade São Francisco, Itatiba. SP.

Machado, VLS, Marturano EM, Loureiro SR, Linhares MBM, Bessa LCD. (1994). Crianças com dificuldades na aprendizagem escolar: características de comportamento conforme avaliação de pais e professores. Arq Bras Psicol. 46(3/4):184-98.

Mumford, A. y Honey, P. (1992). Questions and answers on Learning Style

Questionnaire. Industrial And Commercial Training, 24, 7, 10-13.

Piaget, J. (1967). The origins of intelligence in children. New York: International University Press.Piaget, Jean. A equilibração das estruturas cognitivas. Rio de Janeiro : Zahar, 1975.

Piaget, Jean. Biologia e Conhecimento. 2ª Ed. Vozes : Petrópolis, 1996.

Peixoto, LM. (2005).Estudo das variáveis da inteligência (Q.I. e Factor 'g') e sua relação com problemas de aprendizagem-comportamento: Estudo tomando a percepção dos professores. In: Silva BD, Almeida LS, orgs. Actas do VIII Congresso Galaico-Português de Psicopedagogia. Braga: Universidade do Minho.

Portilho, E.M.L. educacion Infantil: uma mirada p estilos de aprendizaje y La metacognição . Revista Estilos de Aprendizaje . n10, v10, october, 2012.

Pozo, J.I. (2002). Aprendizes e Mestres a nova cultura de aprendizagem. P.Alegre. Artmed.

Santos, A. A. A. Amadi R. G. & Oliveira, K. L. (2005). Estilos de Aprendizagem e solução de problemas: um estudo com pré- escolares. Interação em Psicologia. 9(1), 1-9.

Santos, PL, Graminha SSV.(2006). Problemas emocionais e comportamentais associados ao baixo rendimento acadêmico. Estudos Psicológicos; 11(1): 101-9.

Schelini, P. W. (2006). Teoria das inteligências fluida e cristalizada: inicio e evolução. Estudos de Psicologia Universidade Federal de Santa Catarina, 2006.

Wechsler, D. (2002). WISC-III: Escala de Inteligência Wechsler para Crianças: Manual. 3ª ed.; São

Paulo: Casa do Psicólogo. 309 p.Avaliação Psicológica /versão On-line/ ISSN 2175-3431 Aval. psicol. v.2 n.1 Porto Alegre jun. 2003


Refbacks

  • There are currently no refbacks.